Pré-candidato do MPLA reage a caso de violência contra menor e defende medidas duras
Fonte: Agita News
O general Higino Carneiro voltou a marcar posição pública ao reagir a um caso de violência que abalou a sociedade angolana. Numa atitude amplamente elogiada nas redes sociais, o pré-candidato à liderança do MPLA condenou de forma veemente o crime e endereçou palavras de solidariedade à família da vítima.
Atento aos fenómenos sociais e à indignação pública, Higino Carneiro juntou-se às vozes cívicas que exigem respostas firmes do Estado, defendendo que crimes desta natureza não podem ser relativizados nem ignorados.
Numa mensagem publicada nas suas plataformas, o general escreveu:
“Junto-me à dor e à indignação da família e, de forma solidária, às vozes cívicas que repudiam o acto bárbaro de que foi vítima uma menor, algures em Luanda.”
DEBATE SOBRE CASTRAÇÃO QUÍMICA VOLTA À AGENDA
Higino Carneiro foi mais longe ao reabrir o debate sobre a introdução da castração química no ordenamento jurídico angolano, defendendo a medida como instrumento dissuasor e punitivo para crimes graves contra menores.
“Nunca é demais reiterar a necessidade de avaliarmos a aplicação da castração química como medida capaz de inibir acções que mutilam a infância e comprometem o futuro da Nação”, sublinhou.
A posição assumida reforça a imagem de um dirigente atento às preocupações sociais e disposto a enfrentar temas sensíveis, numa altura em que cresce a exigência popular por justiça, protecção da infância e responsabilização exemplar.
