Fonte: AGITA NEWS
A província de Malanje atravessa um momento de profunda tensão social. Cresce, entre os munícipes e plataformas de opinião, um movimento que solicita a exoneração imediata do Governador Provincial, Marcos Nhunga. As principais queixas apontam para um cenário de estagnação económica e uma suposta continuidade de práticas de gestão que já haviam sido criticadas durante o seu consulado em Cabinda.
Inércia e Desempenho sob Questionamento
Para muitos residentes, a “esperança de mudança” deu lugar à frustração. A população alega que, desde a sua nomeação, os sectores vitais como saúde, saneamento básico e infraestruturas não registaram avanços significativos.
“Não vemos obras, não vemos melhoria na qualidade de vida. Malanje parece estar parada no tempo enquanto o erário público não se reflecte no bem-estar comum”, desabafa um activista local.
O Espectro do Passado e Alegações de Corrupção
Um dos pontos mais sensíveis levantados pelos críticos refere-se ao histórico político do Governante. Circulam acusações de que os métodos de gestão aplicados em Malanje seriam uma “reedição” de esquemas alegadamente implementados na província de Cabinda.
A falta de transparência na execução do Orçamento Geral do Estado a nível provincial tem alimentado suspeitas de desvio de fundos, embora, até ao momento, não existam condenações formais ou auditorias públicas que confirmem tais desvios.
Pressão Popular sobre o Executivo
segundo fontges do Agita News e em outras redes sociais, a população tem endereçado apelos directos ao Presidente da República para que intervenha na província. O argumento central é de que a manutenção de Marcos Nhunga no cargo constitui um obstáculo ao desenvolvimento da região e ao combate à corrupção prometido pelo Governo Central.
Até ao fecho desta edição, o Governo Provincial de Malanje não emitiu qualquer comunicado oficial em resposta às recentes críticas da população.
