Circulam nos bastidores do poder informações explosivas que colocam em causa quem realmente manda na Presidência da República. O nome no centro da polémica é o do General Tavares, apontado por várias fontes como o homem que, na prática, decide mais do que o próprio Gabinete oficial do Presidente.
Segundo dados recolhidos pelo Agita News, o general terá montado, alegadamente, um “gabinete sombra” a partir da sua residência na Ilha de Luanda, transformada num centro informal de decisões do Estado, longe do escrutínio público e fora das estruturas legais.
A CASA ONDE SE DECIDE O PAÍS?
Fontes bem posicionadas afirmam que PCAs, generais, altos dirigentes e até ministros em exercício deslocam-se regularmente à residência do General Tavares para tratar assuntos sensíveis da Presidência, como nomeações, exonerações e alinhamentos políticos.
O mais grave: muitas dessas decisões não passariam primeiro pelo Gabinete oficial do Presidente, chegando às instituições apenas quando tudo já estaria fechado.
GABINETE OFICIAL REDUZIDO A FIGURANTE?
Há relatos consistentes de que o Director do Gabinete do Presidente da República tem sido, em várias ocasiões, informado depois, quando as decisões já estão tomadas nos bastidores.
Nos corredores do poder, o comentário é recorrente:
“O Palácio assina, mas a Ilha decide.”
QUEM QUER CARGO, PASSA PELO GENERAL?
De acordo com fontes do aparelho do Estado, ninguém chega a um cargo relevante sem antes passar pelo crivo do General Tavares. A influência seria reforçada por uma ligação estreita com o Secretário-Geral do MPLA, Paulo Pombolo, apontado como parceiro-chave na engrenagem informal que controla nomeações e reposicionamentos estratégicos.
Embora não haja confirmação oficial, a repetição dos relatos desenha um padrão inquietante: um núcleo de poder paralelo, acima das instituições.
UM ESTADO PARALELO EM FUNCIONAMENTO?
Analistas políticos ouvidos pelo Agita News alertam que, se estas informações forem verdadeiras, Angola enfrenta um cenário perigoso:
Decisões de Estado fora da lei,
Concentração de poder sem mandato,
Erosão da autoridade institucional do próprio Presidente.
A questão deixou de ser sussurro e passou a grito nos bastidores:
Quem governa Angola?
O Gabinete do Presidente… ou o alegado gabinete sombra do General Tavares?
