Em contacto com a nossa redacção após a publicação da matéria, Cumbi Júnior rejeita de forma categórica todas as acusações que lhe são imputadas, classificando-as como infundadas, caluniosas e motivadas por interesses alheios à verdade dos factos.
Segundo o visado, não financiou, directa ou indirectamente, qualquer campanha digital ou mediática contra Edeltrudes da Costa, nem orientou terceiros para a produção ou difusão de conteúdos com o objectivo de denegrir a sua imagem pública. Cumbi Júnior sustenta que as críticas divulgadas em plataformas digitais resultam de iniciativas independentes e não patrocinadas por si.
Relativamente às alegações de burla associadas a supostos processos de acesso a financiamentos do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA), o empresário afirma que nunca cobrou valores a quem quer que seja com promessa de facilitação de créditos, desafiando os denunciantes a apresentarem provas documentais junto das autoridades competentes.
Quanto às referências a uma alegada utilização de dinheiro de proveniência ilícita, incluindo tráfico de droga, Cumbi Júnior considera tais afirmações graves, irresponsáveis e atentatórias ao seu bom nome, advertindo que se reserva o direito de recorrer às vias legais para defesa da sua honra e reputação.
O empresário garante ainda estar disponível para colaborar com qualquer investigação oficial, reafirmando confiança nas instituições do Estado para o esclarecimento cabal dos factos.
O Agita News publica o presente contraditório em cumprimento do direito de resposta, nos termos da Lei de Imprensa, mantendo o compromisso com o rigor, o equilíbrio informativo e o jornalismo responsável.
